Aqui vão algumas fotos da palestra, ministrada pela escritora Maria Paccelle, em 30/05, e que inaugurou a Semana de Meio Ambiente do Curso de Gestão Ambiental - Universidade Estácio de Sá - Campus Nova América.






De acordo com a rede BBC (2013), 10 transgênicos já fazem parte da nossa cadeia alimentar. São eles: Milho (85% das atuais lavouras do produto no Brasil e nos Estados Unidos), Óleos de Cozinha (extraídos de soja, milho e algodão, os três campeões entre as culturas geneticamente modificadas), Soja (no Brasil, a soja transgênica ocupa quase um terço de toda a área dedicada à agricultura), Mamão Papaya (a variedade transgênica não é vendida no Brasil), Queijos (A quimosina, uma enzima importante na coagulação de lacticínios, era tradicionalmente extraída do estômago de cabritos – um procedimento custoso e "cruel". Biotecnólogos modificaram micro-organismos como bactérias, fungos ou fermento com genes de estômagos de animais, para que estes produzissem quimosina), Biscoitos, Pães e Bolos (Vários ingredientes usados em pão e bolos vêm da soja, como farinha (geralmente, nesse caso, em proporção pequena), óleo e agentes emulsificantes como lecitina. Outros componentes podem derivar de milho transgênico, como glucose e amido), Abobrinha (a variedade transgênica não é vendida no Brasil), Arroz (O "arroz dourado", com potencial de reduzir problemas de saúde ligados à deficiência de vitamina A, está sendo testado em países do sudeste asiático e na China), Feijão (A Empresa Brasileira para Pesquisa Agropecuária (Embrapa), ligada ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, conseguiu em 2011 a aprovação na CTNBio para o cultivo comercial de uma variedade de feijão resistente ao vírus do mosaico dourado) e Salmão (A agência ambiental do Canadá aprovou, em 2013,a produção e exportação de 100 mil ovos de salmão geneticamente modificado por ano).