Segundo Cláudia Duarte dos Santos, chefe do Laboratório de Virologia Molecular do Instituto Carlos Chagas / Fiocruz Paraná, os dados das pesquisas revelam que a doença está em processo de dispersão pelo território brasileiro.
Os casos confirmados das ações do "Zika" são dos estados do Rio Grande do Norte e da Bahia, mas há suspeitas da presença desse vírus em outros sete estados da federação.
O vírus já contaminou populações, em países africanos (1947 e 1968) , asiáticos (diversos anos, a partir de 1968), da Oceania (2007, 2013 e 2014) e da Ilha de Páscoa, no Chile (América Latina), em 2014.
A doença evolui como a dengue e a chicungunha, com fotofobia, dores de cabeça, febre, náuseas, mal-estar, diarréia, dores nas articulações, coceiras, conjuntivite e erupções cutâneas.
Após a picada do mosquito, os sintomas surgem entre três e doze dias, e pode durar de quatro dias a uma semana. Não existem vacinas contra essas doenças ( os três vírus podem ser contraídos de uma só vez, em conjunto ) e devem ser evitadas aspirinas (ácido acetilsalicílico) e drogas anti inflamatórias. A ingestão de líquidos no combate á doença é essencial.
Para saber mais, leia o jornal " O Globo " de 14/05/2015.


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